sábado, 7 de março de 2009

Na gibiteca eu li

GIBI: As aventuras de uma criminológa
Primeira edição - especial
ROTEIRO: Giancarlo Berardi e Maurizio Mantero
DESENHISTA: Laura Zuccheri

Um amigo me indicou essa coleção, pois para quem desenha e gosta de gibi como eu, é interessante viver a emoção de ler um gibi e esperar o mês que vem para continuar a história, ficando com a emoção e a expectativa do próximo volume.E sua indicação deu certo, apesar de estar divida em duas coleções sei essa nova experiência será bacana.
Julia Kendall é a personagem da história, mora com a irmã e a avó desde a morte de seus pais.Ainda estava na faculdade quando ajudou na descoberta de um crime, e essa experiência a fez ter certeza de que seria uma criminológa. Nessa primeira edição ela conta tudo que aconteceu antes de se formar e trabalhar na area, nessa mesma faculdade onde estudou, é agora professora, pois assumiu o lugar do seu professor após ele se aposentar. Apesar do que passou na sua familia, Kendall demostra ser uma jovem decidida e que ama sua profissão. Para mim será uma viagem, ver de perto como os detetives, criminológos e toda a turma trabalham para solucionar um crime. Uma caracteristica dela é que ela é bem detalhista e investiga bem as coisas. E no primeiro caso que ajudou a solucionar já mostrou isso.
O que fica disso tudo, é que devemos estar conscientes do que realmente queremos, e ter certeza do que acreditamos. Escolhendo algo que gostamos, só renderá bons frutos no futuro.

Na gibiteca eu li

MANGÁ: Vababond - A História de Musashi
Baseado no livro de Eiji Yoshikawa
DESENHO: Takehiko Inoue

Musashi viveu ao lado de Inshun um aprendizado muito importante ensinado por In-Ei, que foi como se deve usar realmente uma espada e o que ela representa. Ensinou ainda para Inshum o que é o medo, e que não se deve deixar a vida em risco, com um duelo mortal sem estar preparado e a Musashi onde está a verdadeira força, que não está apenas no corpo em si, mas em todo o seu contexto. Outra coisa que aprendi junto com Musashi, é que devemos aceitar quando perdemos uma batalha, mas não desistir da "guerra", e ir até onde conseguirmos.
No Duelo de vida ou morte entre Inshum e Miyamoto Musashi, Musashi venceu, pois ele havia começado a encontrar a luz necessária para sua existência. Agora é continuar lutando e aprendendo com as experiências vividas. E Inshum não morreu, mas seu espiríto chegou a sair do seu corpo é como se ele estivesse resussitado.
Essa está sendo uma tremenda aventura. Continua...

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Na dvdteca eu assisti


FILME: A CASA DOS ESPÍRITOS
DIREÇÃO: Bille August
O filme é lindo, uma história cheia de magia e mistérios, onde o amor é mais forte que tudo isso.
A linguagem desse filme é muito forte, mexe com o consciente e o inconsciente de qualquer pessoa. Não sei se em algum lugar desse mundo possa existir uma casa assim, com uma mulher que prever as coisas acontecerem antes de realmente acontecer. Mas uma família como a dela, com um marido que já foi pobre batalhou muito para ser rico e acabou se tornando um homem cruel e rígido, fazendo ela e sua filha sofrerem, existe.
Penso que o verdadeiro mistério dessa história possa ser Clara. Pois com seus "poderes", ou "sexto sentido", penso que ela é quem escreve minuciosamente essa história. Através de seus sonhos pode saber ou sentir o sentimento de outras pessoas, como é o exemplo de sua cunhada, o sentimento delas se tornou forte por isso, Clara consegue sentir o afeto a mais que sua cunhada sente por ela e isso as torna ligadas, causando o ciúme de seu marido.
Clara representa também uma mulher forte e decidida. Podemos perceber isso, desde sua infância.
Mas todas as suas decisões, sempre tem um porque, pois vejo que ela prever os resultados dos seus atos, e sempre são bons.
Toda essa história me fez lembrar o livro "São Bernardo", de Graciliano Ramos, as histórias se parecem muito, o que diferencia são alguns detalhes, como: em São Bernardo, nasce um menino e morre, e no filme uma menina e um filho bastardo.E entre outras coisas.
Essa história me fez ver quê o que temos de mais precioso é a vida. E devemos lutar por ela e ser forte, defendendo-a de pessoas más. E para conseguirmos isso, devemos, cultivar o amor da família, procurando ser bom para o próximo, amar e respeitar o sentimento dos outros e lutar sempre pelo que mais acreditamos. Como diz uma música: "plantar flores para colher boas flores".
Pois se não tivermos cuidado de como construimos nossa jornada, o que agora foi apenas uma "destruição" simples, amanhã poderá se tornar em um "furação" e acabará com tudo. E é com o Amor que conseguiremos ser felizes.

Na internet eu acessei



PESQUISA : Ana Maria Machado


Na vida da escritora Ana Maria Machado, os números são sempre generosos. São 33 anos de carreira, mais de 100 livros publicados no Brasil e em mais de 17 países somando mais de dezoito milhões de exemplares vendidos. Os prêmios conquistados ao longo da carreira de escritora também são muitos, tantos que ela já perdeu a conta. Tudo impressiona na vida dessa carioca nascida em Santa Tereza, em pleno dia 24 de dezembro.
Vivendo atualmente no Rio de Janeiro, Ana começou a carreira como pintora. Estudou no Museu de Arte Moderna e fez exposições individuaise coletivas, enquanto fazia faculdade de Letras na Universidade Federal (depois de desistir do curso de Geografia). O objetivo era ser pintora mesmo, mas depois de doze anos às voltas com tintas e telas, resolveu que era hora de parar. Optou por privilegiar as palavras, apesar de continuar pintando até hoje.



Na gibiteca eu li



GIBI: Vababond - A História de Musashi
Baseado no livro de Eiji Yoshikawa
DESENHO: Takehiko Inoue
Após semanas de Treino com o mestre In-Ei, Musahi está preparado para enfrentar Inshun.
Enquanto estava na floresta se preparando para continuar o duelo, pensou bastante em tudo que estava acontecendo, e esse tempo "solitário", ele pode se entender um pouco. Na hora luta, ele mesmo se estranhou, o medo que sentia havia desaparecido e aquele instinto forte de matar havia desaparecido. Esse duelo era diferente, os dois não se tocavam, apenas se olhavam, cada movimento brusco em ambas as partes poderia ser fatal.
Durante a jornada de Miyamoto Musashi, mostrada até esse sétimo capitulo, já pude aprender com ele muita coisa, até mesmo com seus erros, afinal ele é um ser humano como somos, pois ele realmente existiu na história do Japão. Então, podemos comparar, os mestres e monges que vem formando Musashi, como nossos mestres de hoje: Pais, educadores...
E Musashi representa nós os aprendizes.

Na Casa Grande eu produzi

Nessa semana ministrei uma oficina de quadrinhos para professores aqui de Nova Olinda-CE, da escola de Ensino Fundamental e Médio Padre Luis Filgueiras - escola que estudei desde a oitava série até o terceiro ano do ensino médio.

Na oficina ensinei noções básicas de como fazer uma história em quadrinho, e como eles poderiam trabalhar a HQ dentro da sala de aula e qual a importância dela hoje na educação. A gibiteca da Casa Grande foi o nosso objetivo de estudo, pois pude mostrar a variedade de gibis que existem, e tive a abertura de indicar tanto gibis quantos livros para lerem, para que possam trazer mais seus alunos ao universo das HQ´S.

Cada professor produziu um personagem, trabalhando as caracteristicas fisicas e psicologicas, e posteriomente produziram um roteiro para a criação da história em desenho. O tema foi sobre a festa do padroeiro que acontece anualmente na cidade. E nessa narração poderam incluir todos os personagens criados por eles.

A troca foi produtiva e agradavél, pois trabalhamos juntos e vi que pude contribuir para aquele momento de formação deles, pois estavam buscando outras linguagem para trabalhar com seus alunos na sala de aula. E considero como uma experiência única, pois pude ser professora por um dia dos e antigos meus professores.

em busca de algo...

em busca de algo...
...que para encontrar preciso de muita força de vontade e confiança em mim mesma...

Essa sou eu...

Essa sou eu...
Valesca Moura